O Diabo Veste Prada 2 chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30, 20 anos após o original. A sequência atualiza o universo da revista Runway para o impacto das redes sociais e da mídia atual, mantendo o foco nas relações de poder, imagem e carreira. A protagonista Andie Sachs reaparece em meio a mudanças no jornalismo e na indústria fashion.
A história acompanha a jornalista Andie, premiada pela cobertura geopolítica, que é envolvida em uma crise de imagem da Runway após um discurso viral. Em vez de apenas glamour, a trama enfatiza a responsabilidade profissional e a defesa do trabalho na era digital. O elenco volta a colaborar, agora com novas dinâmicas.
Jornalismo em primeiro plano
A narrativa mostra a diminuição de veículos e a pressão de anunciantes na imprensa. Andie e Miranda Priestly trabalham juntas para conter danos à revista, priorizando objetivos comuns em vez das antigas disputas. O tempo dedicado a cenas de bastidores é reduzido.
Miranda atenuada
Miranda Priestly deixa de ser apenas a vilã. A editora conserva a seriedade, mas demonstra maior subserviência institucional. A personagem passa por uma mudança de tom, refletindo o novo cenário midiático e as relações de poder dentro da Runway.
Diversidade encorpada
O elenco ganha diversidade relevante. Lily, amiga de Andie, retorna com novas companhias, incluindo a assistente de Miranda, interpretada por Simone Ashley. Novos talentos, como Caleb Hearon, entram para explorar diferentes identidades na história. Participações especiais também aparecem.
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