O filme biográfico sobre Michael Jackson abriu com recorde de bilheteria e gerou forte presença de fãs nas sessões em Nova York. Na noite de quarta-feira, fãs se reuniram no Regal Union Square, antes de ingressarem nas sessões do longa.
O filme, dirigido por Antoine Fuqua, lidera a abertura de um biopic, superando marcas anteriores. A produção arrecadou mais de 200 milhões de dólares em bilheteria global, impulsionando a atenção em torno da obra e do astro.
Na estreia, o público reagiu a cenas que exploram a infância do artista e os primeiros passos no Jackson 5, com foco em performances e momentos familiares. A ambientação imersiva do local contribuiu para o impacto visual.
Recepção e críticas
Críticas de veículos influentes divergem do entusiasmo do público. Alguns revisores classificaram o filme como raso e pouco fiel a eventos, enquanto espectadores elogiam a música e a presença de Jaafar Jackson, que interpreta Michael na fase adulta.
Entre os fãs, relatos destacam a fidelidade de certas performances e o destaque para as origens do artista, com fãs vestindo looks inspirados em Michael e acompanhando as trilhas sonoras durante as sessões.
Paralelamente, parte do público considerou controversa a escolha de não incluir certos temas de controvérsia, bem como o tom geral do registro, que privilegia a visão positiva da vida do cantor.
Produção e contexto
O filme passou por ajustes, incluindo remakes de cenas e reedições de roteiro para evitar conteúdos sensíveis. Anúncios de cenas adicionais surgiram após mudanças realizadas durante as filmagens.
O elenco também chamou atenção, com o ator Jaafar Jackson recebendo destaque por semelhança vocal e presença no papel principal. A produção investiu em recursos visuais avançados e em detalhes de época.
O longa encerra com a indicação de continuidade da história de Michael Jackson, sinalizando possível sequência, enquanto mantém foco no legado musical do artista. A receptiona pública, no entanto, continua a dividir opiniões.
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