Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Produtora de O Riso e a Faca explica como funciona uma coprodução

Produtora detalha coprodução multilateral de O Riso e a Faca, premiado em Cannes, destacando ganho brasileiro em parceria global

Tatiana Leite, dona da produtora Bubbles Project
0:00
Carregando...
0:00

O filme O Riso e a Faca, premiado em Cannes, é uma coprodução entre Portugal, França, Romênia e Brasil, rodado na Guiné. A narrativa acompanha um engenheiro ambiental português que encara dilemas ao analisar a construção de uma rodovia, enquanto se envolve com dois moradores locais, gerando um drama de longa duração. Na edição de Cannes 2025, o longa levou o prêmio de melhor atuação feminina na mostra Un Certain Regard.

A produção envolve colaboração entre várias nacionalidades. No Brasil, a Vitrine Filmes vai distribuir o filme no circuito nacional a partir desta quinta-feira, 30. A realizadora Tatiana Leite, da Bubbles Project, descreve o papel da equipe brasileira ao lado de Pedro Pinho, diretor português, e de talentos de diversas áreas que contribuíram para a coprodução.

A abrangência da coprodução ficou clara ao ser apresentada em entrevista à Veja, com a participação de profissionais brasileiros ao longo do projeto. O processo incluiu etapas como envio de convites, editais públicos de apoio, além de aportes de distribuidoras, seguindo regras Brasil-Portugal e exigindo participação de equipes brasileiras e elenco local.

Como funciona a coprodução

Foi explicada a sequência de envolvimento entre países: primeiro houve o convite de Portugal, seguido pela captação de apoio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e aportes adicionais da distribuidora, refletindo a prática de coprodução com participação brasileira elevada. Cada acordo segue termos específicos, mas o Brasil pode obter nacionalidade de produção quando cumpre requisitos de equipe e elenco.

Perspectivas para o Brasil

Especialistas destacam a importância de previsibilidade em editais para estimular novas coproduções. A implementação de um calendário regulado facilitaria participação de países da América do Sul e de outras regiões, além de apoiar iniciativas como o World Cinema Fund e o ACM. A ideia é ampliar a atratividade do Brasil para projetos internacionais com interesse conjunto em histórias distintas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais