A Feria de Abril transforma Sevilha em um grande palco de música, dança e tradição. Criada em 1847 como feira de gado, hoje reúne mais de mil casetas e atrações para públicos diversos. Em 2026, o recinto contou com 1.059 casetas e um parque de diversões conhecido como calle del infierno.
A maioria das casetas é privada, restrita a convidados, famílias ou empresas. Há, porém, espaços de acesso livre para turistas, administrados por distritos, sindicatos ou partidos, que mantêm a atmosfera festiva com comidas, bebidas e sevillanas.
O evento ocorre no Real de la Feria, um conjunto de ruas organizado para a festa. Em 2026, a maioria das casetas é de acesso restrito, mas há opções públicas onde qualquer pessoa pode entrar e vivenciar a experiência.
Como se divide o espaço
A feira se espalha pelo Real de la Feria, com ruas que conectam casetas e atrações. O grande parque de diversões ocupa parte do conjunto, atraindo famílias e visitantes de todas as idades.
Primeira vez na caseta
Para quem não tem acesso a uma caseta privada, há oportunidades de vivenciar o ambiente por meio de casetas públicas. O tempo dentro de uma caseta depende da autorização de entrada, geralmente reservada a sócios, familiares e amigos.
Vestimenta e experiência
O figurino é parte essencial da experiência, com vestidos longos e mantilhas para as mulheres, e trajes andaluzes para os homens. A preparação envolve compras moderadas de roupas e acessórios, priorizando conforto para percorrer o espaço.
Antes da feira, a Praça de Espanha é ponto tradicional de visita. Lá, os visitantes tiram fotos e buscam o cenário característico da cidade antes de adentrar o recinto.
Hospedagem e logística
Durante a feira, opções econômicas como hostels ganham destaque para quem chega de fora. A proximidade do centro facilita deslocamentos a pé ou por táxi, com custos geralmente acessíveis aos viajantes.
A Feria de Abril segue um formato de seis dias oficiais, iniciando com o alumbrado e incluindo a noite do pescaíto. Ao longo dos anos, a celebração tornou-se símbolo da identidade andaluza, mantendo tradição e convivência como pilares.
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