Nia Long, que interpretou Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson, na cinebiografia Michael, está em conflito silencioso com a Lionsgate por suposto descumprimento de uma cláusula de equiparação de condições no contrato do filme.
Conforme apurou o site Puck News, a atriz tinha garantia de receber o mesmo cachê de outros colegas do elenco, mas descobriu que Colman Domingo e Miles Teller receberam remunerações maiores. A reportagem aponta desequilíbrio financeiro em comparação aos seus pares.
Segundo a matéria, Long estaria pressionando o estúdio a buscar mediação para resolver a questão. O atraso de negociações ocorre em meio a controvérsias sobre o tempo de tela de Katherine Jackson.
A produção do filme envolve a Lionsgate, e o projeto passou por refilmagens e edições de última hora, incluindo cenas que tratavam de acusações de abuso sexual contra Michael Jackson. Essas mudanças teriam resultado em pagamentos adicionais de US$ 10 milhões ao diretor Antoine Fuqua e US$ 6 milhões ao produtor Graham King, conforme relatado pela imprensa.
Como consequência, a presença de Katherine Jackson em cena e o pagamento de Long teriam sido ajustados, aumentando a percepção de desvantagem financeira para a atriz em relação aos colegas de elenco. A disputa permanece sem resolução pública até o momento.
Nenhuma data específica foi apresentada pela reportagem sobre quando exatamente ocorreram as negociações ou os ajustes contratuais, apenas o relato de desrespeito à cláusula de equiparação de condições e a possibilidade de mediação por parte de Nia Long.
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