Ken Griffin consolidou seu domínio sobre uma preciosidade histórica ao anunciar a aquisição de uma segunda cópia original da Constituição dos EUA, comprada em private sale por valor não informado. O empresário já era proprietário de outra primeira impressão, adquirida em 2021 por US$ 43,2 milhões. A nova peça será exibida em Nova York em comemoração aos 250 anos da nação.
A primeira cópia está em exibição no National Constitution Center, na Filadélia, enquanto a segunda deve figurar em uma mostra sobre história norte‑americana no South Street Seaport Museum, em Manhattan, a partir de 27 de maio. A tiragem de 1787 é extremamente rara, com apenas 14 cópias oficiais sobreviventes.
Contexto corporativo e sindical
Um golpe para o Kennedy Center. Em Washington, a International Alliance of Theatrical Stage Employees (IATSE) abriu ações trabalhistas federais contra o centro cultural, alegando práticas desleais. A entidade acusa o espaço de demitir dezenas de funcionários durante uma reforma contestada, usada como pretexto para cortes de quadro.
A IATSE afirmou que o fechamento proposto não se trata de uma paralisação comum. O caso tramita no National Labor Relations Board, com investidas legais para contestar o plano de reforma desde o anúncio inicial.
Donald Trump havia informado que o Kennedy Center fecharia por dois anos, a partir de julho, para renovação. As ações derepresentation surgem em meio a questionamentos sobre a viabilidade financeira do projeto e reações de artistas.
Panorama cultural
Na cena internacional, o Museu Van Gogh enfrenta críticas após pleitear maior financiamento estatal para obras restauradas e exaustivas reformas. O Museu de Orsay inaugurou galeria dedicada a obras de nazistas apreendidas, também conhecidas como “órfãos” por não terem donos identificados.
O Musée d’Orsay também retomou debates sobre restituição e memória na arte. No Meta artístico, a artista Amy Sherald levou a astúcia do Outwin Boochever Prize ao Met Gala, ao incorporar a personagem feminina de uma de suas obras.
Destaques e futuras exposições
O Holocaust Museum LA anunciará reabertura em 14 de junho, após expansão de US$ 70 milhões que amplia espaços e programas voltados a inclusão e comunidade. A obra de Bracha L. Ettinger em Veneza permanece em exibição temporária, sob curadoria de Carolyn Christov-Bakargiev, em ambiente expositivo que remete a históricos.
O cenário curatorial mundial vê Cecilia Alemani, famosa por museus e bienais, em posição de destaque, com foco em novas leituras da relação entre público e obra. A instalação de Tuan Andrew Nguyen, substituindo uma obra de Iván Argote, gera debates sobre identidade e memória pública.
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