Met Gala 2026 levou o conceito de Costume Art a um novo patamar, com transformações que repercutiram no tapete vermelho. O evento aconteceu ontem, 04, no Metropolitan Museum of Art, em Nova York. O foco esteve nas mãos do maquiador e designer de próteses Mike Marino.
Marino ficou responsável por duas das transformações mais comentadas da noite. Ele criou uma versão envelhecida de Bad Bunny e concebeu a “escultura viva” de Heidi Klum, que desfilou com uma peça feita para parecer pedra esculpida sobre o corpo.
Transformação de Bad Bunny
A edição mostrou o cantor com aparência de envelhecido 50 anos no futuro. O trabalho inclui cabelo branco, rugas detalhadas e alterações hiper-realistas no rosto, pescoço e mãos, tudo esculpido manualmente. A parceria entre artista e músico resultou em um visual com forte caráter reflexivo sobre tempo e identidade.
Heidi Klum como obra de arte
Klum apareceu irreconhecível, transformada numa escultura viva. A peça, desenvolvida com Marino, em referência a obras como Veiled Christ e Veiled Vestal, foi criada com látex e spandex para simular uma massa esculpida sobre o corpo, reforçando o conceito de moda como arte.
Carreira e objetivo artístico
Com mais de três décadas de atuação, Marino é reconhecido por metamorfoses que vão além da aparência, alterando a percepção do corpo. Seu currículo inclui cinema e séries, como The Penguin, em que trabalhou na caracterização do vilão. O trabalho no Met Gala conversa diretamente com a exposição Costume Art, que explora como a moda pode interpretar diversos corpos.
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