A trajetória de Princesa Diana como ícone de moda ganhou, naquela noite, uma dimensão histórica no Met Gala. Em 1996, ela integrou a lista de convidados do Metropolitan Museum of Art, evento reconhecido como o tapete vermelho mais influente do mundo.
Na estreia, Diana optou por um look assinado pelo britânico John Galliano. O estilista relembrou, em série documental, o processo criativo no Palácio de Kensington e destacou a resistência de Diana em usar rosa, mantendo a cor original proposta para o visual.
Ao chegar ao evento, Diana surpreendeu ao desembarcar do carro sem o espartilho que acompanhava o vestido, elevando o conjunto a um patamar de liberdade de expressão. Galliano descreveu a imagem como um momento marcante de sua carreira.
O vestido de seda marinho foi complementado por um robe, o colar de pérolas e safiras e a bolsa Lady Dior, itens que consolidaram a estética da ocasião. A aparição, considerada histórica, ajudou a redefinir o tom midiático do baile.
O impacto e a continuidade do evento
A presença de Diana contribuiu para o que o Met Gala viria a representar nos anos seguintes, segundo analistas da época. Anna Wintour, recém-chegada à organização, viu naquela noite uma referência para o formato atual do jantar de gala.
Filipa Fino, ex-diretora da Vogue americana, afirmou que a visão de Wintour sobre o evento ganhou impulso a partir de 1996. A força da participação de Diana ajudou a consolidar o baile como palco de grande exposição.
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