Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dia 3 do Venice Diary filmes variados e vídeos vegetarianos fora do local

Exposição offsite na Bienal de Veneza celebra obras que mesclam grotesco e absurdo, com vídeos em LED e instalações que provocam choque e fascínio

A sassy figure appears to take a selfie but on a screen behind them it looks like fire is coming out of their eyes.
0:00
Carregando...
0:00

Venice Diary Day 3 destacou obras offsite que variam entre vídeo-arte, humor ácido e surrealismo. Li Yi-Fan apresenta Screen Melancholy (2026) na Taiwan Pavilion, provocando reações diversas entre o público. O texto acompanha a experiência do visitante, que descreve a instalação como única e energética após dias intensos no evento.

A obra combine elementos de humor, choque sensorial e crítica à imagem. Um personagem animado, coberto de tinta, interage com o público por meio de falas e ações provocativas. A instalação mistura animação, corpo e objetos, gerando uma sensação de estranheza que diverte e atordoa ao mesmo tempo.

A mostra questiona a relação entre imagens, linguagem e tecnologia, oferecendo uma experiência que foge do convencional. A curadoria associa Li Yi-Fan a um vocabulário intenso, com citações que ajudam a situar o trabalho no conjunto da programação offsite. A narrativa visual é acompanhada por sons e movimentos que ampliam o impacto.

Destaques offsite e instalações de vídeo

No Complesso dell’Ospedaletto, a Fondazione In Between Art Film apresenta Janis Rafa, com Baby I’m Yours, Forever (2026). As cenas sugerem ambientes industriais de maneira surreals, sem recorrer a gore explícito. A obra utiliza telas LED para criar uma imersão que transforma o espaço em cenário perceptivo.

Lu Yang, em Espace Louis Vuitton Venezia, apresenta DOKU The Illusion (2026). A instalação transforma a loja em um espaço reflexivo, com um teto de espelhos que multiplica a presença do vídeo principal. A audiovisual mergulha em meditações sobre desejo e apego, com referências a anime e anatomia.

Iván Tovar encerra a sequência com El Fuete Melancolico (The Melancholic Whip), de 1969, em uma leitura de surrealismo que mistura figurações humanas, animais e objetos. A obra dialoga com a história do movimento e oferece uma linguagem imagética potente dentro do circuito offsite.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais