V, do BTS, abriu a entrevista falando sobre o EP de estreia solo, Layover, e sobre os próximos passos na carreira. O vocalista discutiu escolhas artísticas, lonas do grupo e a forma como lida com os egos dentro do BTS.
Ele explicou que a pausa em 2022 o fez repensar a carreira e a vida. Durante o serviço militar, dedicou-se a treinos, leitura e reflexão sobre valores, saúde e planos para o futuro artístico.
O cantor relembrou a infância com a avó em Geochang, que influenciou seu interesse por jazz e música clássica. Também destacou o tom de voz barítono que traz ao repertório do BTS e aos trabalhos solo.
Layover e a expressão de si
Layover representa uma passagem entre destinos, segundo V, e mostra um lado mais pessoal. O álbum reúne estilos que ele aprecia, como jazz e música clássica, além de uma veia melancólica que marca o trabalho.
O artista afirmou ter colocado dedicação total no novo projeto, buscando uma visão que combinasse identidade e experimentação. Disse que cada faixa reflete uma faceta de sua carreira.
Contribuições no BTS e gerenciamento de espaço sonoro
Ao falar sobre o grupo, V ressaltou a importância de manter a coesão mesmo com talentos solos. Disse que, se o encaixe falhar, a prioridade é a qualidade da música.
Ele citou o equilíbrio entre ego individual e o coletivo, destacando que o grupo saiu fortalecido após as experiências solo de cada membro.
Expectativas para o futuro musical
Sobre o próximo álbum solo, V afirmou que pretende manter o espírito de explorar diferentes gêneros. Ressaltou a influência de outros membros para o desenvolvimento de novas cores musicais.
O vocalista também destacou o interesse em possibilidades futuras no pop e em projetos de atuação, mantendo a busca por papéis desafiadores e variados.
Atuação, repertório e inspirações
Questionado sobre atuar, V afirmou que não pretende se limitar a um único gênero. Encarou a atuação como extensão de explorar papéis que não cabem na vida real.
Entre as referências, mencionou artistas do jazz como inspirações para apresentar ao ARMY, mantendo o eixo de diversidade dentro de sua carreira artística.
Entre na conversa da comunidade