A Pinacoteca de São Paulo inaugura neste sábado a exposição Beatriz Milhazes: Gravuras do Acervo da Pinacoteca de São Paulo, no 2º andar do edifício Pina Estação. A mostra reúne 27 gravuras produzidas entre 1996 e 2019, doadas ao museu.
A proposta enfatiza o processo criativo que sustenta as obras, em vez do resultado final. O curador Renato Menezes diz que as gravuras permitem acompanhar o pensamento plástico em ação.
Processo criativo em foco
Entre os formatos aparecem estampas florais organizadas como portais, guirlandas e ramos, combinados a arabescos, mandalas, discos e colares de contas. Obras como O Pato (1996) e Noite de Verão (2006) revelam montagem e desmontagem de espaços.
Séries como a das especiarias mostram o uso repetido de matrizes ao longo dos anos, com peças autônomas como Cinnamon e Red Pepper. A curadoria destaca a reinterpretação de motivos que percorre toda a produção da artista.
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