Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Morre em Ribeirão Preto homem cuja vida foi dedicada ao samba e à família

Baré, criador do Chega Pra Sambar, morre após nova sessão de hemodiálise; legado familiar segue com três filhos envolvidos na banda

Jaime Silva Junior (1974-2026)
0:00
Carregando...
0:00

O samba era a essência de Jaime Silva Júnior, o Baré. Em 1992, ele criou o grupo Chega Pra Sambar, hoje com 12 pessoas. Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo, abriga a banda que bebeu em ícones como Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Reinaldo e o Fundo de Quintal.

Baré formou uma referência local na noite ribeirão-pretana. Músicos da cidade o viam como mestre da escola de samba da região, com a família também envolvida no grupo. Adriana dos Santos, 57, esposa dele há 32 anos, relata o respeito que ele ganhou.

Entre os envolvidos, três dos cinco filhos do casal atuam com o grupo: Igor, 31, Fábio, 24, como músico, e Murilo, 27, como técnico de som. Baré enfrentou problemas renais há sete anos, fez hemodiálise e passou por cirurgia cardíaca recentemente.

Na última sexta, Baré morreu ao chegar em casa após nova sessão de diálise numa clínica de Ribeirão Preto. O velório ocorreu no sábado e o enterro foi no Cemitério da Saudade. Deixou viúva, filhos, netos e a banda em continuidade.

Homenagem e legado

Nesta sexta, o Chega Pra Sambar fará uma roda de samba de homenagem ao cantor, com entrada gratuita no Armazém Baixada, espaço que Baré sempre frequentou. A viúva afirma que o legado será mantido pela banda e pela família.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais