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Custos de filme sobre Bolsonaro frente a Lula, Getúlio e Marighella

Dark Horse pode ser a cinebiografia brasileira mais cara, com orçamento estimado em até R$ 134 milhões, acima de Lula, Getúlio, Marighella e Olga

Os filmes Lula, o filho do Brasil, Dark Horse e Getúlio — Foto: Reprodução
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O filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse, pode se tornar a produção brasileira mais cara já vista. O orçamento arrecadado até agora, segundo apuração, atinge cifras expressivas no cinema nacional, com a produção envolvida em controvérsias que envolvem Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A obra, dirigida por Cyrus Nowrasteh, faz parte de uma linha de cinebiografias políticas no Brasil.

Se confirmado, o montante pode superar produções anteriores sobre políticas brasileiras, como O Agente Secreto e Ainda Estou Aqui, consolidando Dark Horse entre os títulos mais onerosos já gravados no país. A trama acompanha Jair Bolsonaro durante as eleições de 2018, com cenas que incluem a facada sofrida pelo então candidato em Juiz de Fora (MG).

Dark Horse

O longa, estrelado por Jim Caviezel, retrata a vida pública de Bolsonaro e os bastidores da campanha de 2018. A produção foi gravada no Brasil, México e Estados Unidos no último trimestre de 2025, em inglês, com rígidas medidas de segurança para evitar vazamentos.

Getúlio

O filme Getúlio, de 2014, foca no segundo mandato de Getúlio Vargas e no seu suicídio em 1954. O orçamento estimado na época ficou entre 6 e 7 milhões de reais, valor que, ajustado pela inflação, fica entre 13,1 e 15,3 milhões de reais em abril de 2026.

Lula, o Filho do Brasil

Lula, o Filho do Brasil (2009) narra a trajetória de Lula até o cargo de presidente. O orçamento foi de 12 milhões de reais, com capital 100% privado, equivalente a cerca de 35,9 milhões de reais em 2026.

Marighella

Marighella (2019) conta a atuação de Carlos Marighella na ditadura militar. O orçamento na época foi de 10,1 milhões de reais, ajustado para 16,8 milhões em 2026, com financiamento via Fundo Setorial do Audiovisual e contrapartidas legais.

Olga

Olga (2004) retrata Olga Benário. O orçamento foi de 12 milhões de reais na época, configurando cerca de 47,8 milhões de reais em 2026, segundo dados de fontes de referência.

Legalidade

Legalidade (2019) aborda a mobilização de Leonel Brizola pela Constituição de 1961. O orçamento, estimado na época, foi de 3 milhões de reais, equivalente a 5 milhões de reais em 2026, com apoio de fontes públicas do audiovisual.

Notas finais

A comparação entre filmes biográficos de figuras políticas brasileiras revela variação significativa de orçamento ao longo dos anos. As cifras atuais de Dark Horse ainda dependem de confirmação final de fontes e ajuste formal entre as partes envolvidas. Fonte de referência para os valores atualizados é o conjunto de documentos e coberturas especializadas do setor.

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