Nos últimos dias, o rap brasileiro acompanhou a repercussão de um lançamento triplo que ganhou as redes e as plataformas. Drake lançou três projetos no mesmo dia, somando 43 faixas entre estilos distintos, o que gerou debates sobre pioneirismo e estratégias de divulgação.
Entre as obras, Iceman concentra rimas de resposta a rivais, Habibti mergulha no R&B e Maid of Honour aposta em uma linha de produção voltada para boombap e pista. A divulgação ocorreu via livestreams, com ações promocionais e aparições de celebridades, marcando um momento incomum na indústria.
A discussão sobre quem abriu caminho para lançamentos triplo ainda ganhou força. Soulja Boy afirmou no X ter sido o primeiro rapper a manter três projetos no mesmo dia, citando uma matéria de 2009 que anunciava a ideia de lançar três mixtapes no Halloween. A postagem foi acompanhada de lembranças sobre iniciativas anteriores.
Gucci Mane havia feito algo semelhante algumas semanas antes, segundo usuários, o que gerou contestação sobre o título de pioneiro. A polêmica envolve memórias de estratégias digitais no hip hop, que, ao longo dos anos, influenciam decisões de artistas e selos.
O lançamento de Drake, ocorrido numa sexta-feira recente, manteve o foco de fãs e veículos especializados. A soma de faixas e a diversidade de gêneros mostraram uma abordagem de monopolização de atenção, com conteúdos adicionais em formato de lives, teasers e eventos nas redes.
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