Billy Joel rejeita cinebiografia não autorizada sobre sua vida. O cantor norte-americano afirma que não aprovou o projeto em desenvolvimento, intitulado Billy and Me, e não cederá os direitos de suas músicas para a produção.
Segundo informações de veículos especializados, o longa seria dirigido por John Ottman e escrito por Adam Ripp. As filmagens teriam início ainda neste outono nos Estados Unidos, sob a proposta de retratar a trajetória do artista até o estrelato.
Representantes de Billy Joel publicaram um comunicado de postura firme, ressaltando que desde 2021 as partes envolvidas foram notificadas de que não possuem direitos sobre a vida do músico e não podem garanti-los para a obra. A mensagem reforça que o cantor não autorizou o projeto.
Contexto da polêmica
Hollywood tem acelerado a produção de cinebiografias musicais, impulsionada pelo sucesso de títulos como Bohemian Rhapsody. O anúncio de Billy and Me gerou grande repercussão internacional, especialmente pela figura de Ottman ligada a projetos anteriores do gênero.
O filme, segundo a Variety, pretende acompanhar o período anterior ao grande sucesso de Piano Man, com a narrativa centrada em Irwin Mazur, empresário que acompanhou Joel naquela fase, além do baterista Jon Small. Direitos exclusivos sobre Mazur seriam usados na história.
Essa abordagem levanta dúvidas sobre como a obra manterá o peso emocional sem o catálogo musical original. Sem acesso às canções, a conexão com as lembranças de fãs pode ficar comprometida, segundo analistas.
Perspectiva de Joel e próximos passos
Apesar da rejeição ao Billy and Me, Billy Joel já apoiou outro projeto sobre sua vida: o documentário Billy Joel: And So It Goes, lançado no ano passado com participação oficial do músico. A situação demonstra tolerância a formatos autorizados que preservem o controle criativo.
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