A Virada Cultural 2026 ocorre em São Paulo nos dias 23 e 24 de maio. A programação reúne mais de 1.200 apresentações gratuitas em 21 palcos, com patrocínio de órgãos municipais e apoio a mais de 200 equipamentos culturais. O *set* de shows reúne artistas nacionais de diversos estilos, com custos que incluem cachês e produção.
Entre os destaques, aparecem contratos com valores elevados pagos pela prefeitura para a contratação de artistas. Péricles recebe 700 mil por dois shows, e Thiaguinho e Luísa Sonza ficam próximos disso, com 638.244,12 reais e 636 mil, respectivamente, por dois shows de Luísa. Os cachês são pagos às produtoras, que podem destinar o dinheiro à produção e à equipe.
Valores principais
O total pago a artistas com cachês altos inclui Péricles, Thiaguinho e Luísa Sonza, conforme listagem oficial. Também aparecem Seu Jorge, Joelma e Manu Chao com cachês acima de 480 mil, seguidos por outras atrações nacionais e internacionais.
Detalhes da programação
João Carlos Martins realizou o concerto de abertura, custando 180 mil para dois shows, combinando música clássica e samba. O segundo show ocorre no Palácio da Justiça, no centro da capital. Os valores ajudam a cobrir custos de produção, conforme o registro público.
Conclusões de pauta
A relação de pagamentos mostra a diversidade de estilos na Virada 2026, com ênfase em grandes nomes que atraem públicos numerosos. A lista completa inclui mais de 20 artistas, com variações significativas entre cachês e formatos de apresentação.
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