Nicolas Cage revelou publicamente, em entrevista divulgada no último sábado, nomes de diretores de Hollywood que teriam se recusado a trabalhar com ele após recusas anteriores. Entre eles estavam Christopher Nolan, Woody Allen e Paul Thomas Anderson, segundo o ator, com justificativas de afastamento profissional.
Segundo Cage, essa prática é comum na indústria: diretores costumam não retornar contatos com quem recusou propostas iniciais. O ator afirmou ter ouvido a expressão de que muitos cineastas “ficam magoados” e evitam novas parcerias. Ele disse ter vivenciado essa situação várias vezes.
Apesar de esses contatos terem cessado em alguns casos, houve uma exceção apontada pelo artista: David O. Russell o procurou novamente para um novo projeto, após Cage ter recusado antes. O diretor ofereceu-lhe um papel em Madden, e o ator classificou o gesto como de grande consideração.
Entre as situações citadas, Cage mencionou que Nolan o convidou para estrelar Insônia (2002), cuja equipe principal incluiu Al Pacino, Robin Williams e Hilary Swank. A recusa teria encerrado futuras oportunidades de colaboração na época, segundo o relato do ator.
Cage também afirmou que uma possível parceria inicial com Paul Thomas Anderson, envolvendo um curta, não foi concretizada, e as ligações entre ambos teriam se encerrado. O ator não detalhou datas, apenas indicou que houve interrupção de contatos.
Atualmente, Cage está envolvido no projeto com David O. Russell, no longa Madden. O filme retrata a vida do técnico de futebol americano John Madden, falecido em 2021, desde os dias à frente dos Oakland Raiders até a carreira como comentarista e cocriador de Madden NFL. A estreia prevista é nos Estados Unidos para novembro.
Entre na conversa da comunidade