- Kimberly Schlapman, cantora do Little Big Town, cuida da mãe diagnosticada com doença de Parkinson.
- O tremor apareceu e, com o tempo, aumentou a necessidade de cuidado 24 horas por dia.
- A família participa ativamente das consultas médicas para garantir o melhor tratamento possível.
- Schlapman participa da campanha Changing the Tune of Parkinson’s Disease da AbbVie para tirar o estigma da doença.
- A cantora mudou-se mais perto da mãe para facilitar a coordenação do cuidado e acompanhar de perto as consultas.
Kimberly Schlapman, vocalista do Little Big Town, abriu em entrevista sobre a luta de sua mãe contra a doença de Parkinson. A notícia chega à tona após o diagnóstico se tornar público e alterar a rotina da família. A família tem enfrentado o impacto com mais cuidado e planejamento.
O diagnóstico ocorreu depois que a mãe da artista apresentou tremor persistente. Inicialmente, a família não reconheceu a gravidade, atribuindo o sintoma ao estresse. O neurologista confirmou a condição, revelando a necessidade de acompanhamento contínuo.
Schlapman, que também é cuidadora, coordena a rotina entre shows, compromissos familiares e atendimento médico. A 78 anos, a mãe requer monitoramento constante à medida que os sintomas evoluem com o tempo. A artista passou a morar mais perto para facilitar o cuidado.
A cantora descreve a vivência na prática do chamado cuidado em camadas, associado à geração sandwich, em que adultos cuidam de pais e filhos ao mesmo tempo. Ela integra a equipe que acompanha o tratamento de perto.
Além de cuidar, a artista participa de uma campanha de conscientização. A iniciativa, ligada à AbbVie, visa tirar a Parkinson da sombra ao ampliar o diálogo público sobre a doença e o cuidado necessário.
A abordagem de Schlapman envolve acompanhar consultas médicas e defender a melhor assistência para a mãe. Segundo ela, a participação em consultas é essencial para informar sobre sinais e mudanças que podem impactar o tratamento.
Entre os objetivos da família está manter a comunicação com médicos e adaptar o cuidado conforme as necessidades da paciente. O foco é garantir uma rede de apoio estável, com participação de profissionais e familiares.
A história ressalta a importância do diálogo entre pacientes, familiares e médicos, bem como a necessidade de recursos para diagnóstico, tratamento e apoio contínuo. A reportagem acompanha o tema sem emitir julgamentos ou opiniões.
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