A atriz e ex-Paquita Juliana Baroni revelou detalhes sobre a remuneração das assistentes de palco de Xuxa na década de 1990. Durante participação no podcast Os Bastidores de Tudo, ela descreveu a realidade econômica do grupo, desmentindo a ideia de fortunas acumuladas.
Segundo Baroni, o retorno financeiro não condizia com o tamanho da demanda. Para uma criança de 11 anos, o dinheiro parecia razoável, mas não sustentava a vida na capital fluminense. A comparação aponta que os cachês das paquitas eram muito menores que os ganhos da apresentadora.
Juliana explicou que a renda final vinha de várias fontes: salário fixo na TV, participações em filmes, venda de discos e turnês. Mesmo com somas que pareciam expressivas, não havia patrimônio suficiente para grandes conquistas, como a compra de um apartamento.
A ex-Paquita destacou ainda que a gestão financeira era essencial para a saúde financeira do grupo. Ela atribuiu boa parte da estabilidade a uma disciplina rigorosa mantida pela própria mãe, responsável por controlar gastos e guardar recursos.
A declaração trouxe resposta de Xuxa nas redes. Em comentário no Instagram, a apresentadora afirmou ter pago os cachês e destacou que não era responsável pelo total de ganhos, colocando a responsabilidade para a ex-diretora Marlene Mattos.
A troca reacendeu o histórico atrito entre Xuxa e Mattos, rompidos há anos. A crise veio a público após o reencontro das duas em Xuxa: O Documentário, do Globoplay, que abriu espaço para falas conflitantes sobre a gestão do programa infantil.
Entre na conversa da comunidade