A Netflix lançou nesta quarta-feira a série documental Michael Jackson: O Veredito, com três episódios que reconstroem o julgamento do astro pop em 2025, acusado de abuso sexual. A produção amplia o olhar sobre a vida do artista além da cinebiografia produzida neste ano.
A série apresenta detalhes do processo criminal e seus desdobramentos ao longo de 2025, diferente do filme Michael, que retrata a vida de forma geral. O foco é o que ocorreu no tribunal e as evidências apresentadas.
Principais revelações
Vincent Amen, ex-funcionário de Jackson, afirma ter ouvido apelidos usados pelo astro para crianças próximas. O relato aponta nomes como Blowhole, entre outros marcados pela equipe de produção.
Ainda segundo Amen, Frank Cascio, amigo e assistente de Jackson, teria limpado a casa do rancho Neverland e descartado materiais como revistas pornográficas, que teriam registrado abusos.
Neverland e o período da investigação
Conforme a série, Jackson não estava em Neverland quando a mansão foi alvo de operação do FBI; o astro estaria em Las Vegas, segundo a narrativa apresentada.
O documentário também destaca a visão confusa do júri diante dos depoimentos e da defesa, com juradas relatando dúvidas sobre indução de narrativas pela imprensa.
Segurança e impactos na vida do artista
A produção detalha as ameaças recebidas e a escolta de Jackson durante o julgamento, com a equipe de segurança descrevendo medidas para proteger o cantor.
Testemunhos envolvendo Macauulay Culkin
Phillip LeMarque, ex-cozinheiro de Jackson, relatou ter visto suposto contato de Jackson com Culkin em 1991, enquanto Culkin afirmou que Jackson jamais o tocou de forma inadequada e decidiu testemunhar em defesa do artista.
Efeitos do caso na carreira
O julgamento, ocorrido em 2005, resultou na inocência de Jackson, mas pesquisadores e biografias apontam impactos duradouros na imagem pública e na carreira do cantor, que faleceu em 2009.
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