O casamento de Dua Lipa e o ator Callum Turner, realizado em Palermo, Itália, gerou protestos entre moradores locais. A celebração intimista em Londres precedeu a viagem para a Itália, que terminou com a praça Sant’Anna e Croce dei Vespri fechadas ao público. Os eventos buscam sigilo extremo, segundo apuração inicial.
Os manifestantes levantaram cartazes com mensagens contrárias à ocupação de espaços públicos pela cerimônia. Em cartazes nas ruas, leitores repetiam frases como “Palermo não está para alugar” e “Nossos espaços públicos são de todos”, sinalizando tensão com a logística restritiva.
A organização adotou um esquema de segurança rígido para evitar vazamentos. Vizinhos próximos assinaram acordos de confidencialidade, vias foram bloqueadas e o espaço aéreo foi restringido para evitar drones.
Ao todo, cerca de 200 convidados participaram do casamento, que inclui a celebração de três dias. A hospedagem ocorreu no hotel Villa Igiea, com suítes exclusivas voltadas para o Mar Tirreno, a uma diária estimada em £ 6.000.
Entre as atrações, artistas como Charli XCX e a banda Tame Impala foram notados na cidade. Fontes indicam ainda a possibilidade de uma apresentação especial de Elton John após o coquetel de boas-vindas, ainda não confirmada oficialmente.
A cerimônia principal deve ocorrer na Villa Valguarnera, em Bagheria, com custo estimado em £ 1,3 milhão. O esquema de segurança e o notório sigilo alimentam a discussão local sobre privacidade e uso de espaços públicos.
A cobertura ressalta que, mesmo com o apoio de celebridades, a festa dividiu opiniões entre quem pede normalização do fluxo urbano e quem vê no evento um marco de ostentação. A cidade continua monitorando a repercussão.
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