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Dominância do horror em Hollywood é momento promissor, mas e os sensíveis?

A ascensão de criadores jovens da internet redefine o cinema de gênero, mas questiona a dominância do horror e o equilíbrio entre estilos no mercado

‘Reaches far beyond horror’ … Backrooms.
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Two jovens YouTubers estão redefinindo o cinema de terror com sucessos globais. Kane Parsons, 20 anos, lançou Backrooms, um thriller psicológico da A24 com base em uma webserie e cresa de uma história de creepypasta. Em apenas uma semana, já arrecadou US$ 140 milhões mundialmente.

Logo abaixo, Curry Baker, 26, produtor de Obsession, apresentando terror sobrenatural, tem apresentado crescimento constante nas bilheterias. O filme teve orçamento estimado em US$ 750 mil e já demonstra provável lucratividade significativa, ampliando o perfil de criadores independentes.

A liderança de Parsons e Baker empurra blockbusters caros, como The Mandalorian e Grogu, a saírem da posição de topo. O contraste evidencia uma mudança no mercado: produções de baixo orçamento com apelo de público jovem ganham espaço.

A isso soma-se a emergência de cineastas que nasceram na internet e alcançam sucesso fora do sistema tradicional de estúdios. Exemplos incluem criadores que distribuem seus títulos de maneira independente, alterando o mapa da indústria.

Apesar do entusiasmo, surgem questionamentos sobre a dominação de um único gênero. Há quem questione se o horror vem restringindo a variedade de opções nas salas de cinema. A crítica aponta para a necessidade de diversificação.

Backrooms, de Parsons, é destacado como inovação que pode ir além do horror clássico, mesclando referências a David Lynch, Severance e videoclipes. A expectativa fica para o próximo projeto do jovem criador, com possível mudança de tom.

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