Xuxa Meneghel moveu uma ação na Justiça do Rio de Janeiro contra a Bagy Soluções de Comércio Digital, alegando uso indevido de sua imagem por meio de deepfake. A apresentação aponta que a campanha publicitária online manipulou digitalmente o rosto da apresentadora para associá-la a uma promoção sobre uso de inteligência artificial em vendas, sem autorização.
Segundo o jornal O Globo, a defesa sustenta que a imagem foi clonada e inserida na peça publicitária sem consentimento da artista. A campanha criou uma ligação falsa entre Xuxa e o serviço anunciado, o que, na visão da defesa, difunde a imagem da apresentadora de forma enganosa.
A ação tramita na Justiça do Rio de Janeiro e faz parte de uma ação civil que busca reparação por danos morais e materiais decorrentes da veiculação não autorizada. O conteúdo, conforme o processo, teria explorado a reputação da apresentadora ao vincular sua imagem a uma promoção inexistente.
Contexto e impactos legais
A defesa de Xuxa ressalta que a campanha não reflete a relação contratual existente com a artista e que não houve consentimento para o uso da imagem. A briga judicial envolve questões sobre direitos de imagem, consentimento e responsabilidade de plataformas digitais na veiculação de conteúdos manipulados.
Ainda não foi divulgado o valor da indenização pretendida pela apresentadora. A apuração está centrada na avaliação de danos relacionados à honra, à imagem pública e a eventuais prejuízos econômicos advindos da associação indevida com a campanha.
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