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Backrooms: origem da ideia do filme que virou sucesso de 2026

Do YouTube às telonas, Backrooms virou sucesso de 2026, com orçamento de US$10 milhões e mais de US$100 milhões em bilheteria mundial

O ator britânico Chiwetel Ejiofor interpreta Clark em Backrooms — Foto: BBC News fonte
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O filme Backrooms, lançado no Brasil em 28 de maio, foi um dos grandes sucessos de 2026. Com orçamento de US$ 10 milhões, a produção arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente, segundo dados de mercado.

A origem é online: o conceito surgiu em 2019 a partir de imagens postadas em um grupo anônimo do 4chan. Uma minissérie no YouTube, criada por Kane Parsons aos 16 anos, popularizou o tema de salas abandonadas e intermináveis.

Parsons utilizou o Blender para criar cenários de alto impacto, ainda que com orçamento baixo. O projeto chamou a atenção da A24, que hoje produz a adaptação para cinema, dirigida por Parsons, aos 20 anos.

Da tela do YouTube às telonas

A adaptação, escrita por Will Soodik, foca na saúde mental de personagens que se confrontam com os backrooms. Chiwetel Ejiofor interpreta Clark, vendedor de móveis cujos conflitos aparecem após o fim do casamento. A terapeuta Mary é interpretada por Renate Reinsve.

A produção revela um foco maior em atmosfera e sensação de limiar, em contraste com o terror clássico de monstros. O filme estreou no Brasil com recepção positiva de público e crítica, marcada pela estética amarela e pelo zumbido das luzes.

Contexto e impacto

Especialistas destacam que o conceito explora memórias que se dissolvem em espaços vazios. O tema tem forte apelo entre a Geração Z, com presença significativa em plataformas como TikTok e Reddit. Jogos e vídeos sobre backrooms ajudam a sustentar o fenômeno.

A produção reforça a tendência de filmes de terror surgidos na internet ganharem espaço em Hollywood. Filmes como Iron Lung também conduziram esse movimento, ampliando o público para títulos independentes com visibilidade mainstream.

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