O ENHYPEN lançou hoje sete álbuns de remixes, cada um liderado por um membro do grupo, derivados do mini-álbum The Sin: Vanish. O projeto surge três dias após o lançamento do sétimo trabalho de estúdio do grupo, em 5 de janeiro. Todos os remixes mantêm o título The Sin: Vanish, com a identificação de cada artista.
A divulgação aconteceu em uma entrevista coletiva na sede da HYBE em Seul, com os sete integrantes presentes em tom descontraído. O grupo descreveu o projeto como uma oportunidade criativa para expandir a participação individual na produção, sem sair do conceito central da obra.
Sunoo, Sunghoon, Jay e Jake estiveram na linha da frente para falar sobre suas contribuições. Heeseung, Jungwon e Ni-ki completaram a formação, explicando as direções musicais que cada remix tomou, sempre conectadas ao espírito do álbum original.
O conceito e os remixes
Os sete remixes reúnem as 11 faixas do mini-álbum, incluindo o single Knife, mais narrações teatrais, uma esquete e versões próprias de cada membro. Há ainda uma versão em inglês de Knife e vocais específicos de cada artista. A ideia é manter a narrativa vampírica associada ao grupo e ao fandom ENGENE.
Para Jungwon, o remix aborda o nu metal com foco em uma energia de palco, integrando a visão da banda com elementos de hip-hop e trap e destacando a força para apresentações ao vivo. O produtor Armadillo ressalta o papel da bateria programada e da guitarra na construção do groove.
Heeseung apresenta uma versão com vibe hipnótica e dançante, acrescentando vocais adicionais e efeitos que ampliam a densidade da faixa original. O produtor Apro descreve a reestruturação para tornar o vocal mais marcante, sem perder o charme da composição.
Jay mergulhou numa pegada metal agressiva, criada em parceria com Frants para ampliar a percepção de palco e a energia da música, mantendo a essência da faixa original. A ideia era transformar Knife em uma faixa de grande impacto para performances.
Jake, da Austrália, explorou um hip-hop old-school de Memphis com uma abordagem minimalista, guiada pelo produtor Ca$hcow. O objetivo foi criar uma batida com foco em loops e tensão, mantendo a essência do vocal e da produção.
Sunghoon trouxe um baile funk vibrante, inspirado por tendências de conteúdo de curto formato, segundo a produção. A ideia era criar uma faixa de festa com potencial para engajamento em plataformas como TikTok, mantendo a identidade do artista.
Sunoo ficou com uma versão digi-pop de Knife, com tonalidade otimista e alinhada a uma tensão dramática. O estilo glitch pop foi adotado para entregar uma narrativa com impacto emocional, conforme explica o produtor Ca$hcow.
Ni-ki, o mais jovem, assinou o remix em estilo boom-bap acelerado, buscando uma vibe retrô do hip-hop. O início apresenta efeitos vocais com uma sensação de urgência, conforme descreve o produtor BreadBeat. A ideia é criar uma faixa para dançar.
Considerações finais
Ao longo da entrevista, o grupo comenta o amadurecimento artístico nos últimos cinco anos e a relação com o fandom ENGENE. As falas destacam a importância de manter a identidade do grupo enquanto exploram novas sonoridades e linguagens de palco.
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