Em bastidores do mercado de shows de K-Pop no Brasil, relatos apontam exigências consideradas inusitadas pelos artistas coreanos. Sorrisos na equipe durante a apresentação e números exatos de itens no camarim aparecem entre as demandas observadas em produção. O tema foi destacado por produtoras que atuaram com grupos como Everglow, P1Harmony e ENHYPEN.
O que se repete é a atenção a infraestrutura, segurança e logística. Profissionais ressaltam que as equipes coreanas acompanham rígidos padrões de preparação e comunicação. Diante disso, o ajuste entre brasileiro e coreano é parte do desafio diário de quem organiza festivais e shows no país.
Demandas de infraestrutura e segurança
A exigência de itens para a preparação visual e a disponibilização de tanques de oxigênio aparecem entre as mais citadas. Produtoras contam que a contagem item a item ocorre para evitar falhas técnicas na apresentação. Tanques de oxigênio costumam figurar como recurso de suporte no palco.
Fuso horário e ritmo de trabalho
Especialistas destacam a dificuldade de alinhar horários entre equipes brasileiras e coreanas, que operam em fuso diferente. O contato costuma exigir resposta rápida, mesmo para eventos em locais menores. A prática de trabalho pontual é mencionada como essencial para a logística do show.
Quem atua na organização ressalta que o mercado vem crescendo no Brasil. O país recebeu o BTS em eventos anteriores, além de participação em grandes palcos como o Lollapalooza e o Rock in Rio, fortalecendo a presença do K-Pop no país.
O conteúdo original foi veiculado pela POPline e reproduzido com foco em informações verificáveis sobre a atuação de produtoras como Caren Murai, Laiza Kertscher, Patrícia Kazys e Andre Matalon, além de artistas que já passaram pelo Brasil.
Entre na conversa da comunidade