O julgamento de Adriana, personagem de Leticia Colin, avança com reviravoltas no plenário. A audiência, marcada para o próximo sábado (13), começa com uma surpresa: Pedro não poderá atuar como advogado da defesa, após ser arrolado como testemunha pelo Ministério Público. A manobra foi articulada por Ademir, pai de Pedro.
Diante da mudança, Adriana decide manter o processo e transfere a defesa para Cléber, sócio de Pedro. Cléber consegue, logo de início, relativizar as conclusões do perito criminal e sustenta que não há provas conclusivas de que Adriana estivesse sozinha com Arthur no momento do suposto crime.
Mudanças na defesa e depoimentos
Testemunhas de acusação, como Pilar, Diná e Ulisses, mantêm a linha de ataque, tentando apresentar Adriana como mulher interesseira, capaz de tudo por dinheiro. A linha persiste mesmo com a nova estratégia da defesa a partir de Cléber.
A audiência recebe uma nova fonte de informação com a chegada de Tom, marido de Elenice. Em depoimento, ele descreve Adriana como oportunista e aponta instabilidade emocional no plenário, aumentando a pressão sobre a ré.
Testemunhas e reviravolta no depoimento
A primeira grande virada vem com o depoimento de Pedro, impedido de atuar como advogado, mas que se posiciona a favor de Adriana. Ele ressalta solidariedade, humanidade e caráter da fisioterapeuta, defendendo sua inocência.
Pedro ainda faz menção indireta a sentimentos pessoais pela ré, reforçando a tese de que Adriana não teria motivo para matar Arthur Brandão. O testemunho gera comoção entre presentes e muda o tom da sessão.
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