Malévola Alves afirmou em entrevista exclusiva que o pedido de prisão feito por Jojo Todynho é uma “chacota”. O caso envolve acusações de injúria racial, perseguição e violência psicológica, travadas entre as duas influenciadoras nas redes e na Justiça. O episódio começou com uma briga na internet e ganhou registro formal.
Segundo Malévola, o pedido de prisão foi apresentado pela própria Jojo e aceito por uma delegada, sem decisão de juíza. Ela afirma que a situação já deveria ter sido encerrada e que não houve o que caracterize abuso ou ameaça conforme o que foi descrito no processo. A influenciadora diz que Jojo tenta prejudicá-la.
Malévola descreve a ação como vexatória e diz ter reagido apenas ao que chamou de provocação. Ela sustenta que Jojo, segundo afirma, já demonstrou atitudes de desdém perante o caso, o que, na visão dela, desqualifica a gravidade alegada. Ela também nega qualquer preconceito.
A influenciadora informou que também move ações contra Jojo, incluindo queixas na esfera civil e criminal. Ela cita boletim de ocorrência e novas ações, reforçando a disposição de enfrentar a disputa judicialmente, com advogados de ambos os lados.
Malévola afirma não temer o desdobramento da disputa e mantém que buscou, anteriormente, uma solução pacífica. Ela ressalta que não desistirá de se defender e que continuará respondendo a ataques, caso haja novos desdobramentos.
Ação judicial envolve Jojo Todynho e Malévola Alves
A briga entre Jojo Todynho e Malévola Alves envolve acusações mútuas de injúria, transfobia em um caso e violências psicológicas em outro. O status de eventuais decisões judiciais ainda não foi informado pela defesa ou pela justiça.
Versão de Malévola
Malévola sustenta que não houve intenção de hostilidade histórica e que a disputa tem sido politizada pelas redes sociais. Ela afirma que as ações continuam na Justiça e que pretende esclarecer os fatos por meio dos procedimentos legais.
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