Olivia Rodrigo lança o terceiro álbum You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love, guiado pelo pós-punk dos anos 80. A artista busca distância do pop-punk de precedentes e se aproxima do som melancólico do The Cure, segundo a crítica. O disco chega em meio a uma fase de amadurecimento musical.
A influência do The Cure é destacada ao longo das faixas, com arranjos mais densos, baixo marcante e uso de sintetizadores. O próprio Robert Smith participa de uma música, consolidando a presença da banda no repertório da cantora.
Os reviewers destacam a produção como uma das mais complexas de Rodrigo, com destaque para as letras. Em vez de apenas falar de desilusões, o álbum aborda o torpor de uma paixão intensa. A avaliação ressalta a evolução como compositora.
Entre as faixas, Purple é apontada como exemplo da narrativa mais detalhada que permeia o projeto. A letra descreve o impacto da relação na identidade individual dos envolvidos, gerando maior envolvimento emocional.
A crítica observa que a obra não reinventou a fórmula, mas mostrou progresso na abordagem das histórias de amor. O conjunto é visto como indicativo do potencial da artista para futuras produções.
Avaliação geral concedida pela crítica fica em 7,5 de 10, destacando a guinada estética, as letras mais profundas e o amadurecimento do repertório. O alcance do álbum é considerado credenciador para a consolidação de Rodrigo na nova geração.
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