A supermodelo Tyra Banks processou a Netflix, alegando difamação no documentário da série America’s Next Top Model, intitulado Reality Check. A ação sustenta que a entrevista concedida por Banks foi editada para apresentar uma narrativa negativa, distorcendo o que ela expressou.
Segundo a denúncia, Banks participou de uma entrevista de quatro horas para o documentário, mas apenas 16 minutos foram usados em Reality Check. Alega-se que a edição retirou contexto, montando uma narrativa enganosa que não corresponde ao que ela disse.
A ação também cita episódios relatados por várias participantes da produção, que teriam mostrado um ambiente de set caótico e manipulado, com supostas falhas nos padrões de segurança emocional e física. Esses relatos aparecem como pano de fundo na queixa judicial.
Conteúdo do documentário e alegações
Na denúncia, a defesa sustenta que o uso seletivo do material deliberadamente omitiu trechos importantes, incluindo uma fala de Banks que, segundo ela, comprovaria a memória de um caso relatado por uma candidata. A peça afirma ainda que a narrativa criada é falsa e difamatória.
Shandi Sullivan, ex-concorrente da segunda temporada de ANTM, é citada na ação como testemunha para sustentar acusações sobre o tratamento na produção. A depender do andamento, a reclamação pode incluir desdobramentos sobre danos morais e financeiros.
Próximos passos
Banks busca julgamento por júri para fixação de danos. A Netflix não comentou em anunciados de imprensa, mas a empresa já participa do processo nos tribunais dos Estados Unidos. O caso continuará em tramitação para determinar responsabilidade e reparação.
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