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Festival Latinidades discute saúde mental de trabalhadores da cultura

Festival Latinidades debaterá saúde mental de trabalhadores da cultura; lançamento de programa de descanso para mulheres negras e pesquisa nacional inédita

Festival Latinidades reúne diversas artistas de forte influência cultural no DF - (crédito: Renata Cruz)
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  • A 19ª edição do Festival Latinidades ocorre de 1º a 4 de julho em Brasília, com foco na saúde mental de trabalhadores da cultura.
  • A abertura, no dia 1º, traz o encontro “Quem cuida de quem produz?” para produtoras negras da cultura, com vivências, rodas de escuta e acolhimento.
  • A exposição “Chão Ancestral” inaugura às 10h na Rodoviária do Plano Piloto, celebrando 280 anos do Quilombo Mesquita e permanece aberta até 31 de julho.
  • No Museu Nacional da República, 2 e 3 de julho teremos oficinas, prática de meditação, feira de empreendedoras negras, apresentações de humor e debates, incluindo a mesa “Arte, saúde mental e bem viver” com Linn da Quebrada e Karol Conká.
  • Também haverá lançamento do programa “Descansa Nêga”, pesquisa nacional sobre saúde mental de trabalhadores da cultura e a etapa internacional em Nova York, de 24 a 26 de julho, com documentário e Afro-Latinas Concert.

O Festival Latinidades, dedicado às mulheres negras, foca este ano a saúde mental de profissionais da cultura. A 19ª edição ocorre de 1º a 4 de julho, em Brasília, com ações culturais, formações e discussões sobre cuidado e sustentabilidade no setor.

O tema central, Saúde Mental Importa, amplia o debate para descanso, pertencimento e bem viver, além de manejo do estresse entre trabalhadores da cultura. A organização é do Instituto Afrolatinas, com apoio de parceiros e coletivos.

No dia 1º, das 9h às 18h, ocorre o encontro Quem cuida de quem produz? para produtoras e técnicas negras. A programação inclui vivências sensoriais, rodas de escuta e acolhimento.

Ainda no 1º dia, às 10h, inaugura-se a exposição Chão Ancestral na Rodoviária do Plano Piloto, em homenagem ao Quilombo Mesquita. A mostra fica aberta até 31 de julho.

Programação no Museu Nacional e rodas de debate

Entre 2 e 3 de julho, no Museu Nacional da República, há oficinas, meditação, feira de empreendedoras negras e debates. O destaque é a mesa Arte, saúde mental e bem viver, com Linn da Quebrada e Karol Conká.

Outra atividade importante será o painel Audiências Brasileiras: cultura negra, construção de público e propósito, reunindo representantes de festivais como Latinidades, Batekoo, Psica e Afropunk.

Novidades e ampliação internacional

O festival lança o programa Descansa Nêga, do Fundo Agbara, que promove descanso como direito para mulheres negras. Também sai uma pesquisa nacional sobre saúde mental de trabalhadores da cultura, realizada por Instituto Afrolatinas, Data_labe e Coletivo Mawê.

No encerramento de Brasília, a Universidade Afrolatinas sediará o VI Encontro Julho das Pretas que Escrevem no DF, com Ana Maria Gonçalves e autoras negras discutindo produção literária e visão de mercado.

Entre 24 e 26 de julho, o Latinidades estreia uma etapa internacional, com atividades em Nova York. As ações vão ao Brooklyn, Harlem e Central Park, incluindo o documentário Afrolatinas e o Afro-Latinas Concert.

Serviço

19ª Edição do Festival Latinidades

1º de julho: Rodoviária do Plano Piloto. 2 e 3 de julho: Museu Nacional da República. 4 de julho: Universidade Afrolatinas (Campus Afrolatinas). Horários variam. Entrada gratuita.

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