Angelina Jolie tratou da finitude da vida em entrevista à Variety, publicada durante a divulgação de seu novo filme. A atriz de 51 anos refletiu sobre como a mortalidade tem influenciado a criação dos seis filhos.
Segundo a atriz, perdas familiares profundas moldaram a forma de educar Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne. A conversa ocorreu no contexto da promoção de Vidas Entrelaçadas, em que Jolie atua como Maxine Walker, cineasta em meio a maternidade, divórcio e um diagnóstico.
Jolie relembrou a importância de lidar com o tempo de forma consciente, citando o histórico familiar relacionado ao câncer. Ela revelou ter aprendido a enfrentar a finitude ao lidar com a doença na família, incluindo a própria prevenção genética.
A artista mencionou a decisão tomada em 2013 após descobrir a mutação BRCA1, que motivou a realização de uma mastectomia dupla preventiva. A medida resultou de experiências com a mãe e a avó, que enfrentaram o câncer de ovário.
A fala da atriz evidencia uma visão de vida marcada pela urgência de aproveitar o presente. Ela descreveu a sensação de que o tempo é um recurso escasso e que isso orienta sua postura como mãe.
A entrevista não apenas humaniza Jolie, mas também abre espaço para o debate sobre doença, prevenção e preparo para a perda. O relato destaca o impacto de vivências pessoais na abordagem da maternidade e da prevenção no âmbito familiar.
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