Nos últimos dias circulou nas redes sociais um vídeo que mostra Erling Haaland tomando susto ao ver o próprio reflexo no espelho enquanto come. A gravação, porém, não ocorreu de verdade: trata-se de uma montagem por inteligência artificial (IA). O material original foi identificado como uma cena chinesa.
A sequência mostra o jogador changar de humor repentinamente ao perceber o reflexo, e, em seguida, retoma o prato como se nada tivesse acontecido. A peça ganhou vantagem na viralização, divertindo internautas e gerando memes com a comparação a outros atletas.
O que se viu nas redes não passou de uma deepfake: técnica que substitui rostos e cria vídeos de aparência realista em poucos minutos. Técnicas de IA tornam cada vez mais comum esse tipo de montagem, capaz de enganar até verificadores experientes.
Essa prática eleva dúvidas sobre a confiabilidade de conteúdos manipulados e reforça a necessidade de checagem de origem antes de compartilhar. Muitas pessoas caíram na pegadinha do Haaland feito por IA, sem perceber a diferença.
Em resumo, o vídeo circulou como se fosse real, mas sua autoria e natureza foram identificadas apenas após investigações de usuários e observação técnica. A história mostra o alcance e os riscos das ferramentas de IA na produção de imagens.
Fontes afirmam que, diante do aumento de conteúdos simulados, é essencial checar a procedência e buscar vídeos originais quando possível. O caso também ilustra como a linha entre ficção e real se tornou mais tênue na internet.
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