Após três anos e nove meses fechada, a Cripta Imperial, em São Paulo, será reaberta nesta segunda-feira (7). O espaço guarda os restos mortais de D. Pedro I, da Imperatriz Maria Leopoldina e da Imperatriz Dona Amélia.
A Cripta Imperial passou por um processo de revitalização e melhoria da infraestrutura, que custou, segundo a secretaria municipal de Cultura e Economia Criativa, R$ 5,3 milhões. Durante todo o período de obras, os restos mortais permaneceram em seus locais originais.
Entre as intervenções feitas, estão implantação de novos banheiros, inclusão de acessibilidade arquitetônica, novo sistema de climatização com ar-condicionado, melhorias no espaço de exposição, conservação do bronze junto aos sarcófagos e fechamento do teto com mármore amarelo.
O Monumento à Independência foi inaugurado em 1922 e a Cripta Imperial em 1952. De acordo com a secretaria, o Monumento também passou por obras de limpeza e conservação.
A Casa do Grito, que também fica no Parque da Independência, passou por intervenções para a recuperação de trincas, pintura e implantação de novos acessos externos.
A Cripta Imperial e Casa do Grito fazem parte do Museu da Cidade de São Paulo. A cerimônia de reabertura começará às 14h30. Será inaugurada também a exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, com curadoria de Marly Rodrigues.
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