O Rock in Rio chegou ao fim após sete dias de apresentações, com nomes como Elton John, Maroon 5, Twenty One Pilots e a estreia do K-pop. Entre todos esses destaques, um visitante esteve presente em seis dias do festival: a chuva.
A única exceção ocorreu na abertura, na sexta-feira (4), quando a Cidade do Rock não foi afetada. Todos os outros dias tiveram chuva em algum momento. Ao todo, foram acumulados 81 milímetros, segundo a estação Barra/Riocentro, do Sistema Alerta Rio.
O volume supera a média histórica de todo o mês de setembro na estação, calculada em 80,3 milímetros pelo Alerta Rio. A comparação representa especificamente a região da Cidade do Rock, e não todo o município do Rio de Janeiro.
Confira os acumulados de chuva nos dias do festival:
- 4 de setembro: 0 mm
- 5 de setembro: 4,2 mm
- 6 de setembro: 36,2 mm
- 7 de setembro: 15,2 mm
- 11 de setembro: 10,8 mm
- 12 de setembro: 2,2 mm
- 13 de setembro: 12,4 mm
A intensidade da chuva alterou temporariamente as condições do terreno, criando grandes bolsões de água no gramado e dificultando os acessos e a circulação. Nas redes sociais, alguns internautas apelidaram o festival de “Rock in Lagoa”.
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Frequentadores também relataram confusões devido à falta de espaços cobertos capazes de comportar o público do festival. Houve ainda relatos de lama na entrada e na saída do serviço Primeira Classe, com dificuldade para caminhar e risco de escorregamento.
Em resposta, a Rock World confirmou que as condições climáticas afetaram áreas externas e acessos ao festival, mas não reconheceu falhas estruturais.
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