Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Onde estão as Angelicats, as paquitas de Angélica, incluindo Camila Pitanga

Angelicats, antigas assistentes de Angélica, trazem memórias e trajetórias diversas de Camila Pitanga e colegas, entre atuação e outros caminhos.

Camila Pitanga, Geovanna Tominaga, Giovanna Antonelli e Juliana Silveira: ex-ajudantes de palco de Angélica
0:00
Carregando...
0:00
  • Globoplay está produzindo o documentário Para Sempre Tão Bom: Paquitas, sobre as assistentes de palco de Angélica, seguindo a tendência de obras sobre Xuxa.
  • As Angelicats foram as auxiliares de Angélica na Manchete entre 1987 e 1999, em geral morenas e com figurino multicolorido, diferenciando-se das Paquitas loiras.
  • Destaques e períodos: Camila Pitanga (1988, aos 12 anos), Joana Limaverde (1988–1989), Giovanna Antonelli (1991–1992), Geovanna Tominaga (1992–1998), Aline Menezes (1993–1994), Juliana Silveira (1993–1998), Micheli Machado (1994–1999) e Rosi Buss (1988–1989).
  • Algumas Angelicats seguiram carreira artística; outras migraram para áreas fora da TV. Exemplos: Joana Limaverde atua em Fortaleza; Micheli Machado destacou-se no stand-up na Netflix em 2019.
  • Ao todo, cerca de trinta e cinco meninas passaram pelas equipes entre 1987 e 1999, com nomes como Angelicats, Clubetes e Mini-Angels, abrindo espaço para futuras gerações.

Após o sucesso de um documentário sobre Xuxa Meneghel, a Globoplay prepara uma nova produção do gênero, com foco nas Paquitas. O projeto se chama Para Sempre Tão Bom: Paquitas e reúne relatos sobre as assistentes de palco da apresentadora nos anos 1980.

A ideia é mapear a trajetória das Paquitas, lembrando nomes que fizeram escola na televisão brasileira. O material aborda a passagem de Angélica pela Manchete e o papel de jovens ajudantes nos programas infantis da época.

Entre as informações divulgadas, destacam-se relatos de Camila Pitanga, que atuou como Angelicat aos 12 anos, e de outras figuras que integraram o elenco de Angel Mix e programas correlatos. O objetivo é oferecer um panorama histórico, sem julgamentos.

Quem foram as Angelicats

Durante o período 1987 a 1999, cerca de 35 meninas atuaram como ajudantes de Angélica em diferentes emissoras. Na Manchete, as equipes eram conhecidas como Clubetes e depois Angelicats, com misturas de morenidade e figurinos multicoloridos.

Camila Pitanga entrou na equipe aos 12 anos e permaneceu apenas alguns meses, devido à necessidade de viagens com shows e à agenda escolar. Ela relembra com carinho a experiência e destaca o caráter pioneiro do projeto.

Joana Limaverde integrou o time entre 1988 e 1989, com cerca de oito meses de atuação. Ela preferiu deixar o elenco para seguir carreira teatral, mantendo uma lembrança positiva da apresentadora Angélica.

Giovanna Antonelli integrou as Angelicats entre 1991 e 1992, aos 15 anos, e já tinha foco na carreira de atriz, que decolou nos anos seguintes com trabalhos na Globo.

Geovanna Tominaga atuou entre 1992 e 1998, sendo uma das mais duradouras no grupo. Ela também apresentou programas infantis e participou de novelas, além de atuar como empresária e jornalista.

Situação atual de ex-Angelicats

Entre as ex-auxiliares que não seguiram para a atuação, algumas agregaram trajetórias diversas. Aline Menezes, apelidada de Anjinho, atuou entre 1993 e 1994 e destaca o pioneirismo de incluir meninas negras no elenco. Hoje trabalha com produção e atuações, além de campanhas publicitárias.

Juliana Silveira foi destaque entre 1993 e 1998, depois seguiu carreira como atriz e, mais recentemente, atua na criação de conteúdo para a internet. Ela ganhou notoriedade com Floribella, na Band, e manteve atuação em televisão.

Micheli Machado esteve nos palcos entre 1994 e 1999. Ela investiu na comédia e na atuação, fundando o grupo Humor de Salto Alto, além de ter feito stand-up na Netflix.

Rosi Buss participou apenas de 1988 a 1989 e não seguiu a carreira artística. Hoje vive na Alemanha, trabalha em escritório de advocacia e mantém a vida familiar estável.

Ao todo, a reportagem indica que diversas Angelicats seguiram caminhos distintos, com aproximações à gestão cultural, produção, televisão e entretenimento. A expectativa é que Para Sempre Tão Bom: Paquitas tenha repercussão semelhante ao documentário sobre Xuxa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais