Aos 91 anos e com uma carreira de 72 anos, Othon Bastos celebrará neste sábado (18) a centésima apresentação do monólogo “Eu não me entrego, não”, escrito e dirigido por Flávio Marinho. Inicialmente, a peça teria uma temporada de dois meses, mas devido ao sucesso, já está em cartaz há oito meses, com novas datas […]
Aos 91 anos e com uma carreira de 72 anos, Othon Bastos celebrará neste sábado (18) a centésima apresentação do monólogo “Eu não me entrego, não”, escrito e dirigido por Flávio Marinho. Inicialmente, a peça teria uma temporada de dois meses, mas devido ao sucesso, já está em cartaz há oito meses, com novas datas programadas em São Paulo e outras cidades do Brasil.
O ator expressa seu entusiasmo em continuar no palco, afirmando: “Enquanto eu puder fazer essa peça, vou fazer. É um prazer enorme estar no palco, principalmente com uma peça que deu tão certo.” Ele descarta a aposentadoria, ressaltando que sua vida está ligada ao teatro e que pretende atuar enquanto tiver forças. O espetáculo exige grande preparo físico, e Bastos revela que sua preparação consiste em caminhar, já que não frequenta a academia.
Além de sua carreira, o teatro também trouxe a Martha Overbeck, sua esposa de 60 anos, com quem se conheceu na escola de artes dramáticas na Bahia. O ator compartilha seu segredo para um casamento duradouro: “O casamento de sucesso pode ser resumido em duas palavras: amor e escuta.” Ele enfatiza a importância da liberdade mútua no relacionamento.
Quando não está em cena, Othon Bastos dedica-se a estudar, ler e viver com alegria. Ele afirma que a “coisa mais bonita que existe é viver com alegria.” A trajetória do ator é marcada por dedicação ao teatro e à vida, refletindo sua paixão e compromisso com a arte.
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