A carnavalesca Márcia Lage faleceu na manhã deste domingo (19), aos 64 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de leucemia. A notícia foi divulgada pela Mocidade Independente de Padre Miguel, onde ela atuava ao lado do marido, Renato Lage, e estava preparando o desfile para 2025. A escola anunciou luto e a suspensão de […]
A carnavalesca Márcia Lage faleceu na manhã deste domingo (19), aos 64 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de leucemia. A notícia foi divulgada pela Mocidade Independente de Padre Miguel, onde ela atuava ao lado do marido, Renato Lage, e estava preparando o desfile para 2025. A escola anunciou luto e a suspensão de atividades sociais, incluindo ensaios.
Durante sua carreira de mais de 30 anos, Márcia Lage se destacou em diversas escolas de samba, como Portela, Mangueira, Império Serrano, Salgueiro e Grande Rio. Junto com Renato, ela conquistou títulos na Mocidade em 1990, 1991 e 1996, e também deixou sua marca no Salgueiro, onde foi vice-campeã em 2008, 2012, 2014 e 2015. O casal foi fundamental para o desenvolvimento do carnaval carioca.
A morte de Márcia gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, com celebridades e escolas de samba expressando seu pesar. A rainha de bateria da Mocidade, Fabiola de Andrade, destacou o vazio deixado pela artista, enquanto a Beija-Flor ressaltou seu legado de criatividade e paixão. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, também lamentou a perda, reconhecendo a importância de Márcia para o carnaval.
Márcia Lage, nascida em 27 de fevereiro de 1960, teve um início promissor no carnaval, trabalhando como assistente de renomados carnavalescos. Ao longo de sua trajetória, ela também atuou em São Paulo, assinando desfiles no Império da Casa Verde e Vai-Vai. Sua contribuição para a cultura do samba e o carnaval é amplamente reconhecida e continuará a ser celebrada.
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