O zagueiro Bremer, que atua pela Juventus e pela seleção brasileira, está prestes a lançar sua autobiografia, intitulada “O Zagueiro de Aço – Chutando destinos: o legado de Bremer”, em coautoria com Thiago Linhares. O livro, publicado pela Editora Sou a Ideia, narra sua trajetória desde a saída de Itapitanga, na Bahia, aos 14 anos, […]
O zagueiro Bremer, que atua pela Juventus e pela seleção brasileira, está prestes a lançar sua autobiografia, intitulada “O Zagueiro de Aço – Chutando destinos: o legado de Bremer”, em coautoria com Thiago Linhares. O livro, publicado pela Editora Sou a Ideia, narra sua trajetória desde a saída de Itapitanga, na Bahia, aos 14 anos, em busca do sonho de se tornar jogador de futebol, até alcançar a elite do esporte.
Na obra, Bremer compartilha experiências desafiadoras, como as reprovações em testes em clubes como Corinthians e Figueirense, onde conheceu Richarlison, seu colega de seleção. Ele relembra momentos difíceis em Santa Catarina, onde ficou em um alojamento improvisado sob o Estádio Orlando Scarpelli. O zagueiro descreve: “Treinávamos todo dia em outro canto, o que significava mais viagens longas de ônibus.”
Bremer também reflete sobre a pressão e a incerteza que enfrentou na juventude, mencionando um episódio em que foi reprovado em um teste: “Peguei o ônibus de volta para São Paulo — todo mundo parecia correr a cem por hora, enquanto eu, pateticamente, tentava acompanhar.” Essa vivência ilustra a luta de muitos jovens atletas que buscam seu espaço no futebol.
Além disso, o jogador revela a origem de seu nome, que foi inspirado em Andreas Brehme, lateral da seleção alemã campeã do mundo em 1990. Ele explica que, na visão de seu pai, o nome representava uma grande promessa para seu futuro no esporte: “Na cabeça do meu pai, aquele nome trazia o sinal de uma grande promessa.”
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