Gloria Trevi, cantora e ícone da cultura pop mexicana, celebra mais de quatro décadas de carreira, marcada por altos e baixos. Com cinquenta e seis anos, Trevi se destacou por sua ousadia e autenticidade, conquistando o público com sua música e performances. No próximo 3 de julho, ela se apresentará no Movistar Arena em Madrid, […]
Gloria Trevi, cantora e ícone da cultura pop mexicana, celebra mais de quatro décadas de carreira, marcada por altos e baixos. Com cinquenta e seis anos, Trevi se destacou por sua ousadia e autenticidade, conquistando o público com sua música e performances. No próximo 3 de julho, ela se apresentará no Movistar Arena em Madrid, durante as festividades do Orgulho LGTBIQ+, onde revisitará seus sucessos, incluindo o famoso “Pelo solto”.
Em entrevista, Trevi afirmou que seu maior sucesso é sua fé, que a ajudou a superar desafios. Ela também comentou sobre a homofobia no México, destacando o impacto positivo de figuras como Wendy Guevara, que ajudaram a humanizar a comunidade LGTBIQ+. Sobre o machismo, Trevi acredita que as mães desempenham um papel crucial na luta contra essa questão, embora reconheça retrocessos em alguns lugares.
A artista também abordou sua relação com a censura, revelando que já foi silenciada diversas vezes. Trevi desmentiu rumores sobre sua suposta ligação com seitas satânicas, afirmando que o sucesso é fruto de trabalho árduo e não de adoração a forças malignas. Apesar de ter sido absolvida de acusações de corrupção de menores há vinte anos, ela reconhece que a opinião pública ainda é dividida, especialmente devido a notícias falsas.
Por fim, Trevi refletiu sobre sua trajetória, expressando empatia por sua versão mais jovem que começou a trabalhar aos quatorze anos. Ela se despediu com palavras de encorajamento, desejando sorte e força àquela jovem que enfrentou um caminho repleto de desafios.
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