Uma neblina densa cobre Copacabana em uma tarde de dezembro, enquanto Vera Fischer, de 73 anos, reflete sobre sua vida em um hotel de luxo. Em uma conversa, ela menciona estar em um “momento de transição”, com planos de estrear a peça “O casal mais sexy da América”, dirigida por Tadeu Aguiar, em abril. O […]
Uma neblina densa cobre Copacabana em uma tarde de dezembro, enquanto Vera Fischer, de 73 anos, reflete sobre sua vida em um hotel de luxo. Em uma conversa, ela menciona estar em um “momento de transição”, com planos de estrear a peça “O casal mais sexy da América”, dirigida por Tadeu Aguiar, em abril. O texto, escrito por Ken Levine, aborda temas como assédio e etarismo, relevantes no meio artístico, e retrata dois atores que se reencontram após anos.
Vera, que começou sua carreira como miss e se destacou na pornochanchada e nas novelas, fala sobre os desafios enfrentados ao longo da vida. “Fiz o que tinha que fazer”, afirma, ao relembrar a exploração midiática de sua intimidade. Ela também destaca sua participação no filme “Coisa de novela”, que celebra os 60 anos da TV Globo, onde interpreta a si mesma ao lado de outros ícones da emissora.
Durante a entrevista, a atriz discute a sexualidade e a pressão enfrentada por mulheres na indústria. “É preciso entender a diferença entre corpo e sexo”, diz, refletindo sobre a sexualização e os desafios que enfrentou. Vera também menciona a solidão e a necessidade de coragem para lidar com a pressão do meio artístico, onde muitos colegas sucumbiram às dificuldades.
Por fim, Vera expressa seu desejo de criar uma marca de beleza voltada para mulheres acima de 50 anos, ressaltando a importância de se cuidar. “Sinto que as pessoas estão muito fakes”, observa, enquanto compartilha sua preferência por momentos de solitude e a busca por novas experiências, sem descartar a possibilidade de mudanças em sua vida.
Entre na conversa da comunidade