Guga Coelho, atualmente no ar como Bentinho na reprise de “Tieta”, recorda com carinho sua primeira experiência em novelas. Ele destaca que, embora já tivesse participado de “Juba e Lula” como figurante, foi em “Tieta” que realmente se formou artisticamente, contracenando com grandes nomes como Paulo Betti e Bete Mendes. O ator menciona a importância […]
Guga Coelho, atualmente no ar como Bentinho na reprise de “Tieta”, recorda com carinho sua primeira experiência em novelas. Ele destaca que, embora já tivesse participado de “Juba e Lula” como figurante, foi em “Tieta” que realmente se formou artisticamente, contracenando com grandes nomes como Paulo Betti e Bete Mendes. O ator menciona a importância do contexto histórico da época, a primeira eleição pós-ditadura, e como isso influenciou seu desenvolvimento pessoal e político.
Coelho, filho da autora da novela, Ana Maria Moretzsohn, relembra os bastidores e a flexibilidade das regras para menores de idade na época. Ele destaca a figura de Dona Selva, mãe de Danton, como uma referência importante durante as gravações. Guga reflete sobre a criação de laços durante a novela e a dor da separação após o término das gravações, ressaltando que, apesar da distância, alguns reencontros são marcantes, como com Danton.
Aos 49 anos, Guga construiu uma carreira diversificada como ator, diretor e escritor. Ele revela que, para garantir sua subsistência, decidiu abrir uma produtora e se dedicar a projetos próprios, já tendo realizado três filmes. O ator critica a exclusividade do mercado cinematográfico, que, segundo ele, favorece apenas aqueles com sobrenome, e expressa seu desejo de fomentar a cultura de forma mais acessível.
Guga é pai de Bruna, de 13 anos, e Théo, de 10, frutos de seu casamento com Carolinie Figueiredo. Ele se orgulha de sua relação com os filhos, descrevendo-se como um pai presente, embora reconheça que pode ser “chato” em suas conversas sobre história e filosofia. Sobre sua relação com Carolinie, Guga expressa admiração, mas também menciona a dificuldade de comunicação devido a questões identitárias que surgiram ao longo do tempo, o que os afastou, apesar de ainda compartilharem valores comuns em busca de igualdade e dignidade.
Entre na conversa da comunidade