A atriz que conquistou o Oscar por sua atuação em “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) reflete sobre seu papel como Philippa Georgiou em “Star Trek: Seção 31”. Ela destaca que a personagem, conhecida por sua dureza, revela um lado vulnerável, permitindo uma compreensão mais profunda de sua origem. A atriz acredita que […]
A atriz que conquistou o Oscar por sua atuação em “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) reflete sobre seu papel como Philippa Georgiou em “Star Trek: Seção 31”. Ela destaca que a personagem, conhecida por sua dureza, revela um lado vulnerável, permitindo uma compreensão mais profunda de sua origem. A atriz acredita que interpretar personagens complexos, que desafiam a percepção do público, é um dos maiores desafios e prazeres da profissão.
Ela também comenta sobre a longevidade do universo de “Star Trek”, que desde 1966 promove uma mensagem de otimismo e esperança, imaginando um futuro de união e diversidade. Para ela, essa visão é atraente, pois reflete o que muitos desejam para a sociedade. A série sempre buscou mostrar que, juntos, podemos melhorar não apenas a Terra, mas toda a galáxia.
A atriz, que fez história como a primeira asiática a ganhar o Oscar de melhor atriz, sente que seu trabalho contribui para a representatividade das mulheres asiáticas em Hollywood. Ela enfatiza a importância de dar voz a essas histórias e a necessidade de oportunidades para que mais pessoas possam ser ouvidas e reconhecidas na indústria.
Por fim, ela observa que, embora o movimento por maior representatividade esteja avançando, ainda há muito a ser feito. A atriz destaca que o progresso exige trabalho, dedicação e perseverança, mas acredita que os esforços valem a pena, pois cada passo em direção à inclusão é significativo.
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