Fernanda Lira, paulistana de 35 anos, é a baixista e vocalista do Crypta, um dos grupos brasileiros de death metal mais reconhecidos internacionalmente. Além de sua carreira musical, ela é uma influenciadora digital com mais de 300 mil seguidores no Instagram, onde compartilha sua rotina e interesses diversos, desde a música até a cultura pop. […]
Fernanda Lira, paulistana de 35 anos, é a baixista e vocalista do Crypta, um dos grupos brasileiros de death metal mais reconhecidos internacionalmente. Além de sua carreira musical, ela é uma influenciadora digital com mais de 300 mil seguidores no Instagram, onde compartilha sua rotina e interesses diversos, desde a música até a cultura pop. Em uma recente entrevista, Fernanda destacou que muitos de seus seguidores se identificam com sua diversidade, embora enfrente críticas de quem espera um conteúdo mais restrito à sua banda.
Em março, Fernanda se apresentará em um show especial, onde interpretará músicas de Amy Winehouse pela primeira vez com “voz limpa”. Ela revelou que começou a apreciar a obra de Winehouse após sua morte, em 2011, e se identificou com a artista em vários aspectos, como a sensibilidade e a busca por autoconhecimento. Para Fernanda, o show será mais do que um tributo; será uma “biografia musicada”, onde compartilhará histórias sobre a vida de Amy e suas próprias experiências.
A saúde mental é um tema recorrente nas publicações de Fernanda, que enfrentou transtorno de ansiedade generalizada durante a pandemia. Ela atribui sua recuperação à psicoterapia e ao apoio de amigos e familiares. Fernanda também reflete sobre a saúde mental de Amy Winehouse, que lutou contra a depressão e outros problemas emocionais, ressaltando a importância de discutir esses temas abertamente.
Por fim, Fernanda Lira aborda os desafios de ser mulher no metal, mencionando o machismo ainda presente na cena. Ela relata situações desconfortáveis, como ser confundida com uma groupie e a insistência de fãs em interações físicas. Apesar das dificuldades, Fernanda continua a lutar por um espaço mais respeitoso e igualitário dentro do gênero.
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