Isabelle Nogueira, ex-participante do Big Brother Brasil, se pronunciou nas redes sociais após críticas sobre sua performance como musa da Grande Rio no Sambódromo carioca. Durante o ensaio técnico realizado no último sábado (8), internautas comentaram que a dançarina e influenciadora digital não apresentou a habilidade esperada no samba, com um seguidor afirmando: “Muito close, […]
Isabelle Nogueira, ex-participante do Big Brother Brasil, se pronunciou nas redes sociais após críticas sobre sua performance como musa da Grande Rio no Sambódromo carioca. Durante o ensaio técnico realizado no último sábado (8), internautas comentaram que a dançarina e influenciadora digital não apresentou a habilidade esperada no samba, com um seguidor afirmando: “Muito close, mas pouco samba”. Outro usuário sugeriu que o salto alto pode ter dificultado sua apresentação.
A ex-BBB relatou que enfrentou “imprevistos” com sua fantasia antes do ensaio, mas conseguiu resolver a situação “depois de muita correria”. Em seus Stories no Instagram, Isabelle compartilhou que sambar com a indumentária pesada, que imitava uma arara, foi um desafio. “Foi tudo lindo. Mas confesso que foi estranho e desafiador sambar e me transmutar em arara”, disse ela, ressaltando a complexidade de realizar os movimentos exigidos.
Isabelle, que é cunhã-poranga do Boi Garantido no Festival de Parintins, destacou que o desafio de conciliar os movimentos de cabeça, asas e sambar não foi simples. “Fazer os dois ao mesmo tempo… Não foi tão simples”, afirmou. Apesar das dificuldades, ela expressou sua satisfação com a experiência, dizendo: “Mas eu queria tanto viver esse momento. Me sinto realizada”.
Neste ano, a Grande Rio apresentará o enredo “Pororocas Parawaras: as águas dos meus encantos nas contas dos curimbós”, que homenageia as tradições culturais do Pará. O tema, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, em colaboração com a pesquisadora Rafa Bqueer, propõe uma imersão nas águas amazônicas, explorando elementos místicos e culturais, como palácios, pajelanças e terreiros de Tambor de Mina, tudo ao som de maracas e tambores.
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