Em uma nova atualização do processo, os advogados de Blake Lively adicionaram quase 50 páginas à ação judicial contra seu coestrela Justin Baldoni, detalhando alegações de assédio sexual e retaliação. O documento, protocolado na terça-feira em um tribunal federal de Nova York, expande as alegações iniciais de Lively, afirmando que outras mulheres que trabalharam no […]
Em uma nova atualização do processo, os advogados de Blake Lively adicionaram quase 50 páginas à ação judicial contra seu coestrela Justin Baldoni, detalhando alegações de assédio sexual e retaliação. O documento, protocolado na terça-feira em um tribunal federal de Nova York, expande as alegações iniciais de Lively, afirmando que outras mulheres que trabalharam no set do filme “It Ends With Us” também se sentiram desconfortáveis com o comportamento de Baldoni. A queixa menciona que uma coestrela feminina relatou preocupações sobre Baldoni à Sony, distribuidora do filme.
O processo destaca que Lively não foi a única a se sentir desconfortável, com a alegação de que Baldoni estava ciente das preocupações levantadas. Após a primeira denúncia de Lively em maio de 2023, outra atriz também expressou suas inquietações a um representante da Sony. A queixa afirma que, em vez de tomar medidas para melhorar as condições no set, Baldoni retaliou Lively, contratando uma equipe de gerenciamento de crise e orquestrando uma campanha de difamação contra ela.
Além disso, Lively adicionou novas acusações, incluindo difamação, contra o advogado de Baldoni, Bryan Freedman, que, segundo a queixa, fez comentários prejudiciais à reputação de Lively na mídia. Os advogados de Lively afirmam que existem evidências significativas de que ela não estava sozinha em suas alegações de má conduta no set e que a retaliação contra ela envolveu ameaças e intimidações.
O caso entre Lively e Baldoni se intensificou após a primeira acusação de Lively em dezembro, que resultou em um processo civil. Baldoni, por sua vez, processou Lively e seu marido, Ryan Reynolds, por US$ 400 milhões, alegando que eles tentaram prejudicar sua reputação. O julgamento está agendado para março de 2026, e as partes já indicaram que não buscam mediação, optando por levar o caso a tribunal.
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