A figura da rainha de bateria, embora não obrigatória nos desfiles de escolas de samba, se consolidou como um ícone do carnaval brasileiro desde 1976, quando Eloína dos Leopardos desfilou pela Beija-Flor de Nilópolis. Com o passar dos anos, personalidades como Luiza Brunet, Monique Evans e Juliana Paes se destacaram nesse papel, que agora também […]
A figura da rainha de bateria, embora não obrigatória nos desfiles de escolas de samba, se consolidou como um ícone do carnaval brasileiro desde 1976, quando Eloína dos Leopardos desfilou pela Beija-Flor de Nilópolis. Com o passar dos anos, personalidades como Luiza Brunet, Monique Evans e Juliana Paes se destacaram nesse papel, que agora também é avaliado pela popularidade nas redes sociais. Um levantamento da Nexus — Pesquisa e Inteligência de Dados, revela que Paolla Oliveira, da Grande Rio, lidera com 37,4 milhões de seguidores no Instagram, seguida por Sabrina Sato (31,1 milhões) e Viviane Araújo (15,6 milhões).
Entre as rainhas de bateria menos conhecidas, Mayara Lima, do Paraíso do Tuiuti, se destaca com 1,1 milhão de seguidores, enquanto Evelyn Bastos, da Mangueira, e Bianca Monteiro, da Portela, ocupam a segunda e terceira posições, respectivamente. Andressa Marinho, da Unidos de Padre Miguel, é a menos popular, com 17 mil seguidores, mas teve um crescimento significativo de 38,7% em janeiro. Essa diferença de popularidade entre as rainhas conhecidas e as anônimas é notável.
No TikTok, a dinâmica muda um pouco. Sabrina Sato é a mais seguida, com 6,2 milhões de seguidores, enquanto Paolla Oliveira aparece em segundo lugar com 4,7 milhões. Evelyn Bastos e Érika Januza seguem na sequência, com 707 mil e 396 mil seguidores, respectivamente. Mayara Lima também está presente, com 363 mil, superando Viviane Araújo, que tem 105 mil seguidores na plataforma.
Esses dados demonstram que a popularidade das rainhas de bateria transcende o carnaval, refletindo sua influência nas redes sociais. O estudo da Nexus destaca a importância dessas figuras não apenas no desfile, mas também como ícones culturais e digitais, moldando a percepção do carnaval na era contemporânea.
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