A 97ª cerimônia do Oscar, realizada no último domingo (2), prestou uma homenagem a Gene Hackman, que faleceu aos 95 anos em 26 de janeiro. O tributo foi conduzido por Morgan Freeman, amigo e colega de Hackman, que destacou seu legado e generosidade como artista. “Esta semana, nossa comunidade perdeu um gigante”, afirmou Freeman no […]
A 97ª cerimônia do Oscar, realizada no último domingo (2), prestou uma homenagem a Gene Hackman, que faleceu aos 95 anos em 26 de janeiro. O tributo foi conduzido por Morgan Freeman, amigo e colega de Hackman, que destacou seu legado e generosidade como artista. “Esta semana, nossa comunidade perdeu um gigante”, afirmou Freeman no palco do Dolby Theatre.
A carreira de Hackman foi celebrada com um vídeo que relembrava suas atuações em filmes icônicos, como Operação França (1971) e Superman (1978). Segundo o New York Post, amigos do casal revelaram que a saúde de Hackman estava “deteriorando” antes de sua morte e a de sua esposa, Betsy Arakawa. Daniel Lenihan, amigo de longa data, comentou que Hackman estava “basicamente confinado em casa”.
Contrariando essas declarações, Leslie Anne, filha de Hackman, afirmou que seu pai estava “em muito boa condição física” antes de falecer. Ela destacou que ele praticava Pilates e yoga regularmente. Apesar disso, amigos relataram que Betsy tentava mantê-lo ativo e saudável, sendo protetora em relação à COVID-19.
As circunstâncias das mortes de Hackman e Arakawa geraram especulações, pois foram encontrados em cômodos diferentes da casa no Novo México. As autópsias preliminares não indicaram “traumas externos”, e o xerife local afirmou que não há sinais de crime. A casa do casal, avaliada em US$ 3,8 milhões, foi testada para verificar a presença de monóxido de carbono após a descoberta dos corpos.
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