O rapper Emicida anunciou o fim da parceria musical com seu irmão e ex-sócio, Evandro Fióti, em um comunicado nas redes sociais. Ele afirmou que a decisão foi tomada de forma madura, após tentativas frustradas de harmonização na gestão da LAB Fantasma, a empresa que ambos administravam. Emicida criticou a cobertura da imprensa, que utilizou termos como “roubo” e “desvio”, afirmando que essas expressões não refletem a realidade da disputa judicial em andamento.
Fióti, por sua vez, alegou que Emicida bloqueou seu acesso às contas e informações financeiras da LAB Fantasma, desrespeitando um acordo de divisão societária igualitária firmado em dezembro de dois mil e vinte e quatro. Ele defendeu que sempre atuou em paridade com o irmão e que suas ações financeiras foram transparentes e previamente acordadas, negando qualquer desvio de recursos.
Em resposta, Emicida argumentou que a decisão de afastar Fióti foi uma reação a atitudes unilaterais do irmão, como a redução do tempo dedicado à empresa e transferências bancárias significativas sem sua autorização. O rapper expressou o desejo de que um acordo amigável possa ser alcançado entre os irmãos, ressaltando que os advogados de ambos já restabeleceram o contato.
A disputa judicial, que ganhou destaque na mídia, reflete tensões não apenas na esfera profissional, mas também na relação familiar entre os dois artistas. A situação continua a se desenrolar, com ambos buscando resolver suas diferenças de maneira legal e, se possível, amigável.
O rapper Emicida, de trinta e nove anos, anunciou o término da parceria musical com seu irmão e ex-sócio, Evandro Fióti, de trinta e seis anos, por meio de um comunicado em suas redes sociais. Emicida esclareceu que a decisão foi madura e resultou de tentativas frustradas de harmonização em relação à gestão da LAB Fantasma, a empresa que ambos administravam. Ele criticou a cobertura da imprensa, que utilizou termos como “roubo” e “desvio”, afirmando que tais expressões não refletem a realidade da disputa judicial em curso.
Fióti, por sua vez, alegou que Emicida bloqueou seu acesso às contas e informações financeiras da LAB Fantasma, desrespeitando um acordo de divisão societária igualitária firmado em dezembro de dois mil e vinte e quatro. No processo, Fióti defende que sempre atuou em paridade com o irmão e que suas ações financeiras foram transparentes e previamente acordadas. Ele nega qualquer alegação de desvio de recursos.
Em resposta, Emicida argumentou que a decisão de afastar Fióti foi uma reação a atitudes unilaterais do irmão, como a redução do tempo dedicado à empresa e transferências bancárias significativas sem sua autorização. O rapper expressou o desejo de que um acordo amigável possa ser alcançado entre os irmãos, ressaltando que os advogados de ambos já restabeleceram o contato.
A disputa judicial, que ganhou destaque na mídia, reflete tensões não apenas na esfera profissional, mas também na relação familiar entre os dois artistas. A situação continua a se desenrolar, com ambos buscando resolver suas diferenças de maneira legal e, se possível, amigável.
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