No final de março, Pierce Brosnan participou de um evento no Museu Guggenheim, em Nova York. Ele foi reconhecido por fãs, que o chamaram tanto pelo nome quanto como James Bond. Aos 71 anos, Brosnan estava vestido de forma elegante e interagiu com os admiradores, mas se mostrou um pouco reservado. Ele comentou que as pessoas costumam ver apenas o que desejam, perdendo a complexidade de seu trabalho.
Brosnan, que também ama arte, elogiou obras de artistas como Beatriz Milhazes e disse que seu filme favorito é “Thomas Crown – A arte do crime”, onde teve contato com pinturas. Mesmo com a parte principal do museu fechada, ele aproveitou a visita. O ator destacou que a pintura é mais inocente do que a atuação e mencionou sua primeira exposição em Los Angeles, chamada “So many dreams”.
Atualmente, Brosnan está trabalhando em novos filmes, como “MobLand” e “Black Bag”, onde interpreta personagens que desafiam sua imagem de herói. Em “MobLand”, ele faz o papel de um chefe do crime que parece educado, mas é violento. O diretor Steven Soderbergh elogiou a habilidade de Brosnan de envolver o público, e o ator reconheceu a responsabilidade que isso traz.
Durante o evento, Brosnan conversou com o artista Rashid Johnson, que o considerou seu Bond favorito. O ator expressou seu desejo de se mudar para Paris e aprender com um artista, mas reafirmou que ainda não está pronto para deixar a atuação. Ele afirmou que continuará atuando enquanto puder, destacando a importância disso em sua vida.
No final de março, Pierce Brosnan participou de um evento no Museu Solomon R. Guggenheim, em Manhattan, onde foi abordado por fãs que o reconheciam tanto como ator quanto como o icônico James Bond. Aos setenta e um anos, Brosnan, vestido de maneira elegante, interagiu gentilmente com os admiradores, mas se mostrou um pouco reservado. Ele comentou sobre a percepção pública de sua imagem, afirmando que as pessoas frequentemente veem apenas o que desejam, perdendo a complexidade de seu trabalho.
O ator, que também é um entusiasta da arte, expressou sua admiração por obras de artistas como Beatriz Milhazes e revelou que seu filme favorito é “Thomas Crown – A arte do crime”, onde teve a oportunidade de lidar com pinturas. Brosnan, que divide seu tempo entre Malibu e Havaí, aproveitou a visita ao Guggenheim, mesmo com a espiral do museu fechada para montagem. Ele destacou a inocência da pintura em comparação com a atuação, mencionando sua primeira exposição em Los Angeles, “So many dreams”.
Atualmente, Brosnan está envolvido em novos projetos, como “MobLand” e “Black Bag”, onde interpreta personagens complexos que desafiam sua imagem de herói. No filme “MobLand”, ele dá vida a um chefe do crime que esconde brutalidade sob uma aparência cavalheiresca. O diretor Steven Soderbergh elogiou a capacidade de Brosnan de envolver o público, enquanto o ator reconheceu que a confiança depositada nele para atrair espectadores é uma responsabilidade que ele leva a sério.
Durante o evento, Brosnan também teve a oportunidade de conversar com o artista Rashid Johnson, que o elogiou como seu Bond favorito. O ator, que sempre teve um forte interesse pela arte, mencionou seu desejo de se mudar para Paris e aprender com um artista, mas reafirmou que ainda não está pronto para deixar a atuação. Ele declarou: “Vou continuar interpretando enquanto durar”, ressaltando a importância da atuação em sua vida.
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